Em mais um dia movimentado em Brasília segue a rotina dos denominados "trio parada dura".
O presidente Termer a cada dia encontra dificuldades para gerenciar o Brasil, com tanta pressão de um lado e do outro,e como diz os mais antigos "se espremer sai mais".
quando começaram a espremer o governo de Dilma começaram a encontrar muita coisa nos bastidores.
agora chegou a vez do trio ser espremido,e quanto mais espreme aparece muitas coisas ocultas aos eleitores Brasileiros. Alguns ministros já estão sendo afastados pois os delatores estão abrindo a boca e contando a verdade,o engraçado é que esses delatores são amigos de Temer,Cunha,Renan,Lula e Dilma, mais enfim estamos vendo os resultados de uma investigação que para eles essa investigação não iria dar em nada,eles não contavam que iria aparecer um Juíz valente que os enfrentaria.
Eu em minha sinceras e humilde palavras que parabenizar o Juíz Moro por não se dobrar aos caciques do poder. QUEM SERÁ O PRÓXIMO? em breve saberemos.
Minha lista de blogs
terça-feira, 31 de maio de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
E o vice,quem é?
está chegando o dia tão esperado pelos do grupo taboquinhas,mais ainda muitas dúvidas sobre quem será o pré candidato a vice-prefeito do lado dos taboquinhas.
vamos para os nomes mais cogitados. se o escolhido for Cleyton Barbosa,o que poderá fazer a diferênça? Vamos aos pontos : 1°) Cleyton é jovem e poderá chamar a atenção dos eleitores como um NOVO nome que assim foi pregado pelo grupo para atrair os votos dos que querem uma cara nova na política. 2°) Ele pode atrair os votos dos evangélicos (e olhe que tem muitos ainda indecisos ) pois ele tem um bom relacionamento com alguns pastores. SERÁ se vai ser ele? 

do outro lado está Talles Maia,que também tem possibilidades de chegar a ser pré candidato, vejamos os pontos: 1°) Ele é filho de José augusto maia que já foi ( vereador,prefeito e deputado federal) e é um dos Líderes do partido e pode entrar de vez na campanha para ajudar Fernando Aragão. 2°) Ele é jovem , tem um bom relacionamento com as pessoas,é formado em direito(advogado) e já foi presidente da CIRETRAN de santa cruz do capibaribe, SERÁ se vai ser ele?

mais temos outro nome que está sendo cogitado é o empresário Flávio Pontes também muito conhecido em nossa cidade,vamos aos fatores que com a sua pré candidatura poderá ajudar Fernando Aragão. 1°) Ele é um empresário muito conhecido de S.C.C. conhece e tem muitos amigos da outra ála denominada de boca preta, e pode atrair outras forças para se engajarem na campanha. 2°) Ele entrará com uma força também por ser um nome NOVO na política. SERÁ se vai ser ele?

enquanto isso não se resolve, o senhor Fernando Aragão estará aguardando chegar um centroavante que venha com ele juntar forças no ataque, o detalhe é que tem que ser um que seja flexível para quando precisar que ele vá para o meio campo ele também sirva para ajudar.
SURGIRÁ UM QUARTO NOME? QUEM PODERÁ SURGIR ?
domingo, 29 de maio de 2016
ontem foi festa...
ontem na vila do oscarzão foi comemorado o aniversário do presbítero Josué oliveira,estavam presentes vários líderes da nossa igreja aqui em santa cruz do capibaribe,o Pr. amaro berto e obreiros marcaram presença na festa e se alegraram junto com os irmãos do oscarzão e a família do Pb.Josué. Deus vos abençoe Pb.Josué e família, e que as bênçãos do Senhor Jesus esteva continuamente sobre sua vida.


quinta-feira, 26 de maio de 2016
Governo paulo câmara faz mudança no secretariado
Atualizada às 07:47
Por Renata Bezerra de Melo
Da Coluna Folha Política
Da Coluna Folha Política
Atual secretário da Fazenda do governo Paulo Câmara, Márcio Stefanni assumirá a Secretaria de Planejamento diante da saída do atual titular, Danilo Cabral, que segue para Brasília, onde retoma mandato na Câmara Federal. Márcio figurava entre os mais cotados para assumir a função e tem relação próxima e afinada com Danilo. Trabalham em conjunto, o que, praticamente dispensa transição. Para o lugar de Stefanni na Fazenda, irá Marcelo Barros, que, hoje, preside a Perpart.
Além dessas mudanças, Paulo Câmara mexeu na pasta de Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação. Para assumir a secretaria, Alexandre Valença. O governador vai empossar os secretários em ato nesta quinta-feira (26), no Palácio do Campo das Princesas, às 11h.
Confira o perfil dos secretários:
Márcio Stefanni
Márcio Stefanni, advogado, é formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Paraibano de nascimento, cresceu no município de Petrolina, no Sertão pernambucano. Funcionário concursado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desde 2002, lotado na sede da instituição, no Rio de Janeiro, exerceu os cargos de técnico do Departamento de Desenvolvimento Urbano (Deurb), coordenador do Departamento de Operações Sociais (Depos), assessor da área de Crédito e Inclusão Social e assessor da presidência. No Governo de Pernambuco, antes de assumir a Secretaria da Fazenda, Márcio presidiu a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD-Diper), entre fevereiro de 2011 e novembro de 2012, e foi secretário de Desenvolvimento Econômico de novembro de 2012 a dezembro de 2014, período em que acumulou a presidência do Complexo Industrial Portuário de Suape. Stefanni estava na Secretaria da Fazenda desde janeiro de 2015.
Márcio Stefanni, advogado, é formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Paraibano de nascimento, cresceu no município de Petrolina, no Sertão pernambucano. Funcionário concursado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desde 2002, lotado na sede da instituição, no Rio de Janeiro, exerceu os cargos de técnico do Departamento de Desenvolvimento Urbano (Deurb), coordenador do Departamento de Operações Sociais (Depos), assessor da área de Crédito e Inclusão Social e assessor da presidência. No Governo de Pernambuco, antes de assumir a Secretaria da Fazenda, Márcio presidiu a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD-Diper), entre fevereiro de 2011 e novembro de 2012, e foi secretário de Desenvolvimento Econômico de novembro de 2012 a dezembro de 2014, período em que acumulou a presidência do Complexo Industrial Portuário de Suape. Stefanni estava na Secretaria da Fazenda desde janeiro de 2015.
Alexandre Valença
Alexandre Valença é engenheiro mecânico, formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi diretor-superintendente da Indústria Metalgráfica Matarazzo S. A, com jurisdição sobre as fábricas do Recife (PE), Fortaleza (CE) e Teresina (PI). Exerceu o cargo até outubro de 1995. Em 1988, fundou a Indústria Metalúrgica UTIPEC – Utilidades Agropecuárias Ltda, a qual dirige até o momento como diretor-presidente. Entre 2003 e 2006, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco. Atualmente, Valença é presidente do Sindicato da Indústria Metal-Mecânica (Simmepe), vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) e conselheiro do Sebrae Pernambuco.
Alexandre Valença é engenheiro mecânico, formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi diretor-superintendente da Indústria Metalgráfica Matarazzo S. A, com jurisdição sobre as fábricas do Recife (PE), Fortaleza (CE) e Teresina (PI). Exerceu o cargo até outubro de 1995. Em 1988, fundou a Indústria Metalúrgica UTIPEC – Utilidades Agropecuárias Ltda, a qual dirige até o momento como diretor-presidente. Entre 2003 e 2006, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco. Atualmente, Valença é presidente do Sindicato da Indústria Metal-Mecânica (Simmepe), vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) e conselheiro do Sebrae Pernambuco.
Marcelo Barros
Marcelo Barros é economista e mestre em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Pernambuco e professor na Universidade de Pernambuco e na Faculdade Boa Viagem. Atua ainda como consultor e pesquisador nas áreas de economia regional e finanças públicas, possuindo no currículo publicações nacionais e internacionais. Entre 2009 e 2010 foi secretário de Finanças da Prefeitura do Recife e atuou como superintendente técnico da Secretária da Fazenda de Pernambuco nos dois anos seguintes e assumiu a Secretaria de Finanças de Ipojuca em 2013. Está no comando da Perpart desde março de 2015.
Marcelo Barros é economista e mestre em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Pernambuco e professor na Universidade de Pernambuco e na Faculdade Boa Viagem. Atua ainda como consultor e pesquisador nas áreas de economia regional e finanças públicas, possuindo no currículo publicações nacionais e internacionais. Entre 2009 e 2010 foi secretário de Finanças da Prefeitura do Recife e atuou como superintendente técnico da Secretária da Fazenda de Pernambuco nos dois anos seguintes e assumiu a Secretaria de Finanças de Ipojuca em 2013. Está no comando da Perpart desde março de 2015.
Mais um, até quando ????

Os dois criminosos chegaram em uma motocicleta que foi estacionada nas proximidades do estabelecimento comercial. Usando capacetes para não serem reconhecidos, os indivíduos invadiram a loja e um deles com a arma em punho, apontando para a cabeça de um cliente, anunciou o assalto, enquanto o comparsa recolheu os pertences do cliente e do proprietário da loja.
Os assaltantes levaram menos de um minuto para realizar o roubo e fugir com destino ignorado. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia da Capital da Moda.
Assista o vídeo:
segunda-feira, 23 de maio de 2016
BRASILAliados de Temer elogiam afastamento de Jucá do governo
Aliados do governo Michel Temer na Câmara dos Deputados elogiaram a decisão do ministro do Planejamento, Romero Jucá, de se afastar do cargo. Surpreendidos com o anúncio de Jucá quando ainda davam entrevistas no Salão Verde pedindo sua saída, os líderes partidários admitiram que a gravação entre Jucá e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, causou constrangimento e disseram que agora a crise deixa o Palácio do Planalto. “A decisão foi acertadíssima e era esperada por todos nós”, comentou o líder do PSDB, Antonio Imbassahy (BA). O tucano disse que a saída dá a oportunidade de Jucá se defender, já que agora o peemedebista tinha se colocado numa situação de suspeição. Imbassahy afirmou que a decisão foi boa para o País e para um governo que se inicia em meio a uma crise política, econômica e moral. “Há tantas coisas desagradáveis que tudo que você coloca de negativo sempre acrescenta de uma maneira muito maior”, emendou. O líder disse que não causou desconforto as menções ao presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG). Ele disse que Machado buscou o PSDB por seis vezes consecutivas. “Não tem nada que comprometa o PSDB”, declarou.
Temer muda para não ser prejudicado
Tanto tinha que numa entrevista à Globo News, quando provocado sobre as denúncias que pesavam contra Jucá, afirmou confiar na versão dele de que o dinheiro doado por empresas envolvidas no desvio fenomenal da Petrobras tinha sido devidamente registrado, estando na prestação de contas da sua campanha à justiça eleitoral. Temer confiou e arriscou como está arriscando com Henrique Eduardo Alves e mais cinco ministros citados na Lava Jato.
Jucá era tudo que o PT queria neste início de Governo Temer, para instalar um clima tenso e de instabilidade. Mas o presidente tem como se livrar do problema. Basta afastá-lo sumariamente e definitivamente do cargo. Não pode cometer o pecado de Lula e Dilma, que passavam a mão na cabeça de ministros envolvidos em todo tipo de gatunagem, deixando o Governo sangrar. Quando agia, já era tarde, o mal já havia se espalhado provocando danos irreparáveis.
O PT já quer fazer de Jucá o Delcídio do Governo Temer, mas os casos são bem diferentes. Então líder do Governo no Senado, Delcídio do Amaral tentou obstruir o andamento das investigações da Lava Jato facilitando a fuga do País de um investigado, sendo preso em flagrante. Jucá fala em postergar, crime também grave, mas nem de longe algo que possa parecer com o crime tipificado por Delcídio.
Desenvolto no Congresso, Jucá vinha ajudando Temer na interlocução política com a Câmara e o Senado para aprovar esta semana a meta fiscal do Governo e em seguida as medidas necessárias ao ajuste fiscal, que passam também pela reforma da Previdência. Até o momento, Temer tem acertado na economia, montando um time gabaritado, de altíssimo nível, mas seus pecados na política continuam um atrás do outro e podem ser fatais.
GOVERNO TEMERÁRIO– O presidente interino Michel Temer erra também nos recuos dados. Ao desistir da fusão do Ministério da Cultura ao de Educação se rendeu às pressões de uma elite intelectual que não quer largar o osso de patrocínios da Lei Roanet, de artistas que tinham apaniguados na estrutura com supersalários. Abriu, consequentemente, um precedente. Pode ser interpretado como o chefe que se vence no grito. Se hoje foram os artistas, amanhã poderão ser, como exemplo, os negros brigando pela volta do Ministério da Igualdade Racial.
Na Chesf, decisão de Temer–
Os ministérios não foram distribuídos com autonomia total dada aos escolhidos no critério adotado pelo presidente Michel Temer (PMDB). Em Minas e Energia, por exemplo, o pernambucano Fernando Bezerra Coelho Filho não vai tirar do bolso do seu colete o presidente da Chesf. A escolha será feita por indicação política, passando pelo crivo de Temer e da equipe econômica, o que ainda não tem data decidida, podendo ficar após a aprovação das medidas econômicas enviadas ao Governo.
Na jaula dos leões- Auxiliares do presidente em exercício Michel Temer afirmam que a licença anunciada por Romero Jucá foi uma saída honrosa encontrada para ministro do Planejamento. Mas, segundo os mesmos interlocutores de presidente em exercício, Jucá não vai voltar ao Governo. A partir de agora, o Planalto já procura nomes para ocupar o comando do Ministério do Planejamento. "O desgaste provocado com as gravações de Jucá deixaram a situação insustentável. Se ele ficar no Governo, passa a comprometer a própria imagem de Temer", disse um auxiliar do presidente em exercício.
Tensão– A revelação de uma conversa do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, com Romero Jucá, passou a gerar um clima de apreensão em Brasília. Caciques do PMDB, e até mesmo do PSDB, avaliam que podem ter sido gravados por Machado para que ele negociasse um acordo de delação premiada junto à Procuradoria Geral da República. Dentro da Lava Jato, não seria o primeiro caso de gravações pessoais. Isso aconteceu quando Bernardo Cerveró gravou o agora senador cassado Delcídio do Amaral em um diálogo que levou o ex-petista à prisão; e quando um assessor de Delcídio gravou o então ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Machado era próximo da cúpula do PMDB no Senado, inclusive do presidente da Casa, Renan Calheiros (AL).
Ordem é afastamento –
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, defendeu que investigados pela Operação Lava Jato devem deixar o governo interino Michel Temer. Afirmação de Jungmann foi feita após a divulgação do áudio onde o ministro do Planejamento Romero Jucá sugere a criação de um pacto para frear as investigações. "Ninguém neste País pode parar a Lava Jato", disse o ministro. Na entrevista, Jungmann disse que o assunto foi alvo de discussões na primeira reunião ministerial do Governo. "O presidente disse desde o início: Quem de fato cometeu desvios ou qualquer tipo de ilícito eu pedirei o desligamento. Mandou recado pra todo mundo. Essa questão deve estar sendo resolvida pelo presidente Temer o mais rápido possível".
CURTAS
AINDA GOLPE– Membro do grupo de parlamentares do Mercosul (Parlasul), o senador Humberto Costa (PT) denunciou, ontem, em reunião realizada em Montevidéu com a presença de deputados e senadores de todos os países que compõem o bloco, o que chamou de “golpe" contra a democracia que foi aplicado no Brasil "por deputados e senadores oposicionistas que rasgaram a Constituição, em uma conspiração urdida pela elite econômica e pelos grandes grupos de mídia do País”.
SEM QUORUM- Por falta de quórum, a Comissão Mista do Orçamento não iniciou, como previsto, a votação, ontem, da proposta de revisão da meta fiscal para 2016, que prevê um déficit das contas públicas de até R$ 170,5 bilhões. A expectativa é que o texto vá direto para o plenário do Congresso. O presidente da CMO, deputado Arthur Lira (PP-AL), abriu a sessão por volta das 18h20 e logo depois encerrou sob o argumento de que não havia número mínimo de senadores presentes para a deliberação.
Perguntar não ofende: Vem aumento de impostos nas medidas anunciadas hoje pela equipe econômica de Temer?
Assinar:
Comentários (Atom)


